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Imagem: DO ReAÇÃO AO GERAÇÃO J, UMA TRAJETÓRIA DE SUCESSO
Data da publicação: 31 / 07 / 2017

Dizem que a primeira impressão é a que fica. Se depender do grupo Geração J, fundado por Daniel Uehara, ex aluno do curso de ADS, antigo Processamento de Dados, e pelos alunos dos cursos de Sistemas para a Internet, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão Empresarial, da FATEC Rubens Lara, os alunos ingressantes da Instituição já têm a melhor  impressão sobre a mesma, considerando que desde o segundo semestre de 2016 são recepcionados pelo GJ, a partir da primeira matrícula. Após a calorosa recepção o grupo promove palestras e dinâmicas com o objetivo de integrar os calouros com os veteranos de todos os cursos.   

A trajetória histórica de sucesso do grupo é digna desta matéria. Tudo começou em abril de 2016, quando o projeto foi iniciado com o nome de  reAÇÃO. Segundo o grupo, o objetivo era proporcionar aos alunos da FATEC Rubens Lara o desenvolvimento de habilidades que não são ensinadas dentro da sala de aula, as soft skills, e a diminuição do distanciamento entre o mercado de trabalho e os alunos.

Em junho de 2016, o grupo visitou o Google Campus e a startup 7bi que a partir de então se tornou parceira do GJ, na época era o reAÇÃO. Em agosto, foi realizada a 1ª Semana de Integração com dinâmicas e palestras, essenciais para o desenvolvimento pessoal e de carreira, consequentemente.

 

Em janeiro de 2017, o projeto reAÇÃO, desligou-se, mas ficou como um braço do Geração J que é um projeto social maior e com várias frentes distintas.  

Em fevereiro de 2017 foi realizada a 2ª Semana de Integração visando mostrar aos alunos o que o grupo aprendeu e praticou. Neste ocasião, ocorreu a passagem do bastão do fundador do projeto, Daniel Uehara, para os alunos que auxiliaram na co-fundação do projeto: Mateus Recouso, Ana Julia Bravo, Rômulo Garofalo e Danilo Prado.

 

Em maio de 2017, foi planejado a 3ª Semana de Integração para os calouros,  proporcionando uma experiência extraordinária para todos os envolvidos.

   

As conquistas e os casos de sucesso do Geração J são muitas, mas destacamos algumas: Ana Julia e Patrick → liderança de equipe no projeto Global Pioneers (projeto da parceira 7bi). Mateus Recouso e Rômulo garofalo → estágio na startup 7bi (parceira do Geração J). Leandro Molina e Danilo Prado → contatos de pessoas para prestar serviços de trabalhos autônomos.Amanda Mayara → “tirar a ideia da cabeça” e fazer: criou um blog pessoal.

Não existe trajetória de sucesso sem depoimentos dos vencedores. Destacamos os seguintes: 1. Ana Julia, 4º ciclo de SI: “enxergo uma evolução gigantesca desde o início da minha participação nesse projeto. Não apenas em relação ao nome que antes era reAÇÃO e agora somos o Geração J, algo muito maior, mas também na riqueza dos aprendizados adquiridos pelos membros do projeto, tais como: melhora da comunicação, apresentação em público, quebra de crenças e paradigmas, compartilhamento de histórias, empatia, colaboração. Isso é só uma minúscula fatia do que o GJ pode proporcionar para quem está integrado a esse estilo de vida. Consideramos que não é apenas um projeto da faculdade, mas sim um estilo de vida que nos proporciona uma mudança de mindset visando à melhoria contínua e a colaboração.

Quanto a contribuição, no GJ, costumamos dizer que em todas as relações existe uma troca. Enquanto eu estou compartilhando com você a minha visão de algo, você compartilha comigo a sua visão, de acordo com suas experiências vividas e assim aprendemos gerar valor e receber valor dos outros. Minha forma de gerar valor para o GJ vai desde a manutenção para que o projeto se mantenha firme (só deixei de ir em uma reunião desde o início do projeto). Sempre participo ativamente dos encontros auxiliando nas atividades necessárias.

Conquistamos muitas coisas boas. No início eram simples como a superação da minha timidez (palestrando no auditório e coordenando encontros e dinâmicas) e da minha reatividade. Eu esperava alguém fazer algo e só depois decidia fazer algo a respeito. O Geração J me permitiu participar de um projeto internacional junto com nossa parceira, a startup 7bi, o projeto Global Pioneers.

Além disso, passei a enxergar que meu projeto pessoal (blog ingerindosaude.com.br) precisava de uma mudança de rumo. Ainda posso citar o desenvolvimento pessoal imenso que sinto ao final de cada encontro. Minha visão de futuro em relação ao grupo: sinto que esse estilo de vida vai atingir cada vez mais pessoas que buscam o autoconhecimento, a colaboração e o desenvolvimento pessoal. Além disso, o projeto está cada vez mais estruturado, o que poderá permitir sua replicação para outros lugares”.

  1. Mateus Recouso Cardoso, 5º ciclo de ADS, afirmou que está no GJ desde que ele era um embrião. Foi no primeiro encontro do grupo e, desde então, viu uma ideia evoluir para um projeto sólido, com eventos e reuniões constantes, além de membros engajados tanto no ambiente offline quanto no online. Entretanto, mais importante do que presenciar essa evolução, foi participar desse processo e, lentamente, perceber que, a medida que o grupo crescia, ele também crescia como pessoa.

Qual o maior valor que eu gerei para as pessoas do GJ?, acrescentou Mateus -  Acredito que o maior valor que gerei para o grupo foi a minha participação nas duas Semanas de Integração, pois nelas eu pude, por meio de palestras e workshops, apresentar para os calouros da Fatec Rubens Lara os valores nos quais acreditamos e as técnicas com as quais trabalhamos e isso trouxe novas conexões ao projeto que geraram e vem gerando muito valor.

O GJ trouxe uma nova forma de pensamento para a minha vida; focada na melhoria constante, na busca e compartilhamento das habilidades e conhecimentos de cada um e, principalmente, na consciência do propósito de nossas ações e decisões em nossas vidas.

Mateus, como você se vê e vê aos seus colegas do Geração J daqui a 3, 5, 10 anos? Acredito que o GJ crescerá muito nos próximos anos, pois as pessoas que estão no grupo hoje seguirão seus próprios rumos após a faculdade, mas os valores e conexões geradas continuarão com elas. Portanto, cada um de nós trará o GJ para mais locais, promovendo a criação de mais ambientes propícios ao compartilhamento de conhecimentos e a geração de projetos que causem impactos positivos na sociedade.

  1. Priscila de Lima Gonçalves, 4° ciclo, de GP, visitou o grupo pela primeira vez no mês de novembro de 2016. Segundo ela, no início da visita apresentou um projeto pessoal e um dos valores que recebeu do GJ foi o mentoriamento para tirar sua ideia do papel. Ela também destacou que o grupo ofereceu uma nova perspectiva em sua vida acadêmica e estimulou o desenvolvimento do pensamento criativo e a estruturação suas ideias para poder torná-las realidade.
  2. Patrick Alvarenga Pereira, 3º ciclo de GE, também afirmou que o GJ o ajudou a estruturar melhor seu pensamento, analisar mais a fundo os projetos, se são sustentáveis ou não, o que o fez começar com um projeto de questionário de satisfação de clientes no empório que possui, algo simples e eficiente, mas se não fosse o geração não teria pensado nisso. Além disso, foi por meio do geração que conheceu um rapaz da Holanda. O mesmo, está fazendo um intercambio aqui no Brasil, e começou uma start-up de desenvolvimento de site/ marketing digital para empresas nacionais e do exterior. A visão do futuro de Patrick no GJ é ajudar novas pessoas que virão. Acredita que o grupo se tornará algo sustentável, um estilo de vida.
  3. Amanda Mayara, 2º ciclo de ADS, informou que sempre esteve em constante mudança e o GJ a ajudou em muitos insights: aprendeu sobre ter mais contato com as pessoas, como estruturar ideias, como fazer conexões e sente que isso vai ser essencial na sua formação. “Eu realmente pretendo ser uma desenvolvedora em potencial e para isso vou ter que ralar, e muito. O meu sonho é desenvolver algo que impacte as pessoas, que faça mudança na vida delas. Mas não me contento em passar o dia todo na frente da tela do computador, pretendo ir além do que essa caixinha (notebook) pode proporcionar. Quero ter contato direto com as pessoas e estar em constante mudança. Porque aprender me realiza, e aprender com outras pessoas muito mais. Não tenho nada concreto no momento, mas só sei que quero essas coisas.” - completou Amanda.
  4. Samuel Magno, 2º ciclo de ADS, foi abordado por um dos membros do GJ na matrícula inicial. Afirmou que as reuniões trouxeram mais consciência sobre suas falhas e permitiram um aprimoramento das suas capacidades. Acredita que contribuiu com suas visões, que muitas vezes divergiram dos demais –“ mas é para isso que servem os grupos” - ressaltou. Conquistou uma melhor organização e visão ampliada do que acontece em sua volta. Também, através de contatos, conseguiu uma entrevista que resultou num estágio. Pretende ampliar ainda mais as capacidades que adquiriu, melhorar seus conhecimentos na área que trabalha e agregar valor àqueles com os quais se relaciona
  5. Rafael Lagrange, 2º ciclo de ADS, entrou no GJ no começo desse ano, uma semana depois da semana de integração e logo se identificou com os valores do projeto. Durante as reuniões, teve a oportunidade de expor suas ideias e as estruturou numa ótica empreendedora, que não visava somente um lucro financeiro mas também pessoal, o que por sua vez, ampliou sua perspectiva e o ajudou a buscar novas referencias. Foi mentor e mentorado, agregou experiências e entendeu que um sonho, uma vez compartilhado torna-se maior, mais vivido e mais próximo da realidade.

E é essa mecânica colaborativa na qual ele se baseia e se desenvolve que o faz acreditar em um futuro no qual o GJ será cada vez mais próximo da faculdade, dos cursos e da vida de cada um. Aposta na construção de uma  experiência e numa instituição mais democrática, engajada e inovadora.

  1. Leandro Molina, 4º ciclo SI, a convite de Ana Julia começou, timidamente, a participar do grupo. Entrou pensando em aprender mais sobre empreendedorismo, já que no passado teve uma experiencia não muito boa com o seu negócio, mas depois percebeu que o GJ poderia judá-lo a superar a timidez e a vergonha de falar em público. E foi o que aconteceu, na 2º semana de integração foi um dos que fizeram a palestra, durante três dias.

“É muito bom ver gente chegando ao projeto e também ver a mudança que vai acontecendo com elas. Saber  que, de alguma forma, eu também pude ajudar é gratificante!.
Hoje sou o designer do GJ, e cuido também da parte da divulgação na mídia social. O site também foi criado por mim, entre outras coisas que envolvem o designer.” – Acrescentou que sua maior conquista no GJ foi ter perdido a timidez, além de ter tido a oportunidade de conhecer a 7bi uma startup de São Paulo e também o Google Campus. Com tanta coisa que aprendeu no GJ, pode dizer com propriedade: “vejo minha vida melhor no futuro, antes de conhecer o projeto não via exatamente como eu seria. Foi durante uma dinâmica na visita a 7bi, que comecei a ver esse futuro. Nesta época eu disse que me via como uma cara comunicativo, ajudando as pessoas, e com projetos realizados. Hoje, em menos de um ano, vejo que isso já está acontecendo. Meu projeto já está sendo realizado junto com meu irmão: uma agencia de designer, e ainda posso ajudar o GJ, levando esse projeto para outros lugares, por exemplo, para a minha cidade Itanhaém, que tem uma carência de projetos desse tipo.”

O último depoimento foi de Danilo Prado, 5º ciclo de GE: “o que me atraiu no GJ foi um dos propósitos do grupo; repensar o modelo Educacional que estamos inseridos. Atualmente, sou Diretor Administrativo de uma associação que viabiliza o transporte e atividades educacionais de mais de 700 estudantes universitários de Peruíbe a Santos e participo como membro do Conselho Municipal de Educação, após ter trabalhado em diversos projetos educacionais por mais de 3 anos no Centro Paula Souza dentro de Etecs. Como coordenador municipal do Pronatec, observo que os anseios de jovens estudantes do ensino médio e do ensino superior são muito parecidos. Um outro motivo que o projeto me chamou atenção foi pela proposta de desenhar e conectar projetos deles e para eles mesmos, sem um modelo tradicional clássico de hierarquia linear educacional. 

A desconstrução e reconstrução de projetos ajuda os jovens treinarem o processo colaborativo e habilidades intra e interpessoais, de extrema importância para um futuro profissional dento dos novos modelos de trabalho.

 

Como experiência pessoal, o GJ tem me agregado muito, é uma maneira muito produtiva de interagir com alunos de outros ciclos e outros cursos, trocando experiências, habilidades e visões de mundo bem diferentes,. que no final, se convergem em prol de um propósito muito mais nobre do que é somente a Educação acadêmica.

 

O GJ não Para! A primeira semana letiva deste semestre conta com uma super programação!

 

4 Dias e Nenhum Segredo” para os calouros.

1/8 – Você conhece o Frank?, às   8h e às 19h.

2/8 – Era uma vez...às 8h e às 19h.

3/8 – De um Fatecano para o Outro... às 8h e às 19h.

4/8 – Hoje é SEXTA-FEIRA! às 19h

Informações sobre a programação completa:

 https://www.facebook.com/notes/geraçãoj/aos-matriculados-curiosos-e-distraídos-da-fatec-rl/493401057679665/

 

Reprodução do texto: Ozeni Lima

Fonte: Ozeni Lima